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A Visita ad Limina Apostolorum, a Visita ao Túmulo dos Apóstolos Pedro e Paulo, é prevista para acontecer de 5 em cinco anos. A visita dos bispos do Maranhão demorou 12 anos para acontecer; a última havia sido em 2010. A visita começou no dia 30 de maio e foi até o dia 4 de junho de 2022.

Neste período de doze aconteceram mudanças: em 2010 era papa Bento XVI e agora é Papa Francisco. A maneira como fomos acolhidos nos Dicastérios e Congregações teve um toque de Francisco, com mais leveza e escuta.
Em cada encontro um de nós dirigia a saudação. E, depois de acolhidos, cada um podia se manifestar, apresentando dúvidas, sugestões, opiniões; Ao final, uma mensagem de orientação, de esperança.

Na saudação na Congregação para a Causa dos Santos, falei da importância de Padre Josimo Tavares para a Igreja do Maranhão, para as CEBs, Pastorais Sociais e do sonho de vê-lo um dia reconhecido como mártir pela Igreja.
Sentimos a acolhida e o desejo de servir em cada espaço que visitamos. A palavra que esteve nos encontros foi sinodalidade: caminhar juntos, escutar.

A visita a Papa Francisco aconteceu no dia 2 de junho. Com papa Francisco experimentamos a paternidade e sinais visíveis, palpáveis, de santidade. Do Papa recebemos a orientação para a sinodalidade, a unidade e a urgência de acolher e incluir a todos, a todas. Nos estimulou a ter atenção especial com os indígenas, ribeirinhos, quilombolas e o cuidado da Casa Comum, a Querida Amazônia.

Para nós bispos, a mensagem de Papa Francisco foi de que precisamos vivenciar quatro proximidades: com Deus, entre nós os bispos, com os sacerdotes e com o povo.

No dia 30 de maio, começamos a visita ad Limina Apostolorum celebrando a missa no túmulo de São Pedro. Concluímos a Visita ad Limina Apostolorum com a celebração na Basílica São Paulo Fora dos Muros, onde está o túmulo de São Paulo Apóstolo.

Começamos com Pedro e concluímos com Paulo. Pedro que disse: “Senhor, tu sabes que eu te amo.” Sim, nós estamos com Jesus Cristo, com Francisco, com a Igreja. Com Paulo, o missionário incansável, que disse: “Ai de mim se não evangelizar.”(1 Cor9,16).

Cada um de nós teve a graça e a oportunidade de dirigir a mensagem ou manifestar seus sentimentos e convicções: Dom Gilberto, Dom Armando, Dom João, Dom Élio, Dom Valdeci, Dom Sebastião Bandeira, Dom Francisco, Dom Rubival, Dom Valentim e Dom Vilsom. Sentimos a falta de dom Sebastião Duarte, que não pode participar por motivos de saúde.

Voltamos para o Maranhão confirmados na fé, com amor renovado pela Igreja e pela sinodalidade. Estamos ainda mais entusiasmados para evangelizar, e com coragem para promover e defender a vida, caminhar junto com os pobres e sofredores, com o povo de Deus.

Por Dom Vilsom Basso, SCJ – Bispo de Imperatriz

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